::Bizarro e Pitoresca::

O blog de abobrinhas da Ana e do Luiz

O Caçador de Trolls: paisagens lindas e a velha-nova maneira de filmar


Nesse feriado eu e a querida noiva resolvemos fazer algo diferente de tudo: Maratona de Filmes! A gente quase nunca vê nada da sétima arte mesmo né?

Decididos e animados com o objetivo de cumprir a meta de 15 filmes, fizemos uma breve seleção do que veríamos e, meio que na sorte, acabei por achar O Caçador de Trolls (tradução livre feita por mim mesmo do título, TrollHunter) entre os filmes que eu já possuía por algum tempo mas não tinha assistido ainda. Desde o lançamento do primeiro trailer e notícias, o tema me interessou muito e conseguiu corresponder, não totalmente, às minhas expectativas.

A história é bem interessante e o filme tem um ritmo positivamente estranho: alguns jovens noruegueses estudantes de uma universidade vão investigar acontecimentos estranhos em uma fazenda e acham que tudo está relacionado com a prática da caça ilegal de animais. Ao se deparar com um estranho caçador, eles o seguem e acabam percebendo que o que eles têm em mãos é praticamente um documentário sobre o mito dos Trolls (comum em seu país em fábulas e na literatura em local).

As atuações são “OK”, não atrapalham, mas ninguém ali vai ganhar o Oscar de melhor ator estrangeiro. O que é realmente legal é o clima e o contraste: figuras mitológicas milenares sendo caçadas por pessoas com caminhotes e armas de luz ultra violeta e a sensação de desespero e medo do desconhecido, até mesmo depois que a primeira “ameaça” aparece, não me deixaram piscar.


Os efeitos especiais estão muito interessantes e as paisagens são absolutamente maravilhosas.  Inclusive, preciso conhecer os países do norte da Europa o quanto antes (quem não
precisa né?).

roteiro é até bem comum e muitas vezes você consegue imaginar o que vai acontecer, salvo algumas surpresas que surgem e alguns detalhes na construção do personagem que caça os Trolls. Depois da metade, o filme passa a agradar apenas os olhos, menos na cena final que é desperta emoções como tristeza e melancolia, além de ser muito bonita.

O ponto mais negativo do filme e que cansou a dupla cinéfila aqui foi o uso do “estilo Bruxa de Blair” de filmar. No início do filme aparece uma explicação de que essas filmagens foram achadas, eles dão a ideia de que são usadas câmeras amadoras e os atores fingem não ser atores. Muito batido essa “nova” maneira de filmar né meu povo?


O fato é que o filme é diferente pelo assunto que trata, clichê pela forma de filmar e muito bonito pela arte e efeito dos Trolls e pelas paisagens e locações.

Vale a pena assistir!

Ps: em alguns momentos do filme (todos) eu torci pelos Trolls e palmas para quem teve a ideia de colocar nos créditos a brilhante frase (cuidado, SPOILER): “Nenhum Troll foi feriado nas filmagens desse longa metragem.”

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