::Bizarro e Pitoresca::

O blog de abobrinhas da Ana e do Luiz

Never too old for Riggs and Murtaugh!

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Resolvemos retomar as atividades por aqui!!

E, para recomeçar em grande estilo, quero falar de uma franquia apaixonante que é um xodó do casal❤

O assunto me veio à cabeça pois acabamos de rever (pela 4ª ou 5ª vez) todos os Máquina Mortífera (Lethal Weapon) em versão Blu-ray, adquirida recentemente [no Saldão do Nick] como presente meu para o meu agora marido Luiz!

Mas, antes das considerações sobre os filmes e tudo mais, vamos para uma historinha rápida!

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Durante o tempo no qual o Bizarríssimo morou no Equador, ele me mandava presentes em datas especiais, obviamente. Em uma das vezes, chegou até a minha casa uma caixa retangular dos Correios. Quando abri, lá estavam quatro DVDs, com Mel Gibson e Danny Glover na capa.

O título, era conhecido de qualquer criança que, assim como eu, teve a infância passada nos anos 90 assistindo a Sessão da Tarde: Máquina Mortífera! Mas, assim como a maioria das menininhas que tiveram uma mãe como a minha, eu não tinha ideia do que aquele filme de policiais e ação se tratava…

Imaginei então, pelo próprio nome, que era algo com muito sangue, perseguições e metralhadoras, no estilo badass muito comum para a época também.

Abri a caixa e dei o play confiando única e exclusivamente em quanto meu namorado me conhecia e com a certeza de que alguma coisa ali iria me conquistar.

Dito e feito!

A HISTÓRIA

Martin Riggs perdeu sua esposa e tenta, sem sucesso, se matar. Roger Murtaugh completa 50 anos e está próximo da aposentadoria. Cada um tem seus ímpetos e maneiras de combater o crime. Mas, como dois perfis tão diferentes podem dar certo?

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No fim das contas, exatamente por serem tão distintos, é que os personagens completam um ao outro. Na sequência dos filmes, a gente descobre que tudo que eles precisavam, na verdade, era um do outro.

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A relação entre os dois protagonistas é brilhantemente construída em cada uma das partes da quadrilogia, com sequências emocionantes, impactantes, divertidas e sofridas que mostram situações que, quando divididas entre os dois policiais, fazem com que a parceria deles cresça e conquiste o espectador.

TRILHA SONORA

Composta e executada por Michael Kamen, Eric Clapton e David Sanborn, a trilha sonora é um capítulo à parte, que merece todo o destaque possível!

Durante dias, e até semanas, você vai cantarolar os ritmo dos temas musicais de Máquina Mortífera, é um fato.

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Algo que eu só reparei da última vez que vi os quatro filmes é que, para cenas nas quais o destaque é Murtaugh, o tema escolhido é o do saxofone. Já Riggs, fica com as guitarras inconfundíveis em seus momentos de foco. 

Para fechar tudo com chave de ouro, Why can’t we be friends, da banda War, sintetiza bem tudo que a dupla passou durante toda a história junto com a família e outros amigos que surgiram pelo caminho! A canção vem junto com os créditos finais, que trazem fotos de todas as épocas (o que sempre me faz chorar…)

O ELENCO

Outro destaque importantíssimo, na minha opinião, é a manutenção dos mesmos atores, do início ao fim.

Uma mudança, especialmente na dupla principal, poderia ter sido letal (com o perdão do trocadilho) para todo o desenvolvimento da trama e dos personagens.

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Além disso, os acréscimos são sempre de peso: temos Joe Pesci logo na primeira parte de sequência, com seu hilário alívio cômico Leo Getz, Rene Russo (na terceira parte) interpretando Lorna, a única mulher durona o bastante para deixar Martin Riggs literalmente de queixo caído e ao mesmo tempo curar as feridas do policial e, na reta final, Chris Rock aumentando os decibéis e o humor, como o genro ‘desconhecido’ do sargento Murtaugh.

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WE’RE FAMILY!

Todo esse desenvolvimento não pode terminar de maneira mais propícia.

A arma letal em forma de homem e o sargento que quase se aposenta por mais de uma vez, renovam as energias com duas novas vidas que chegam em suas histórias, mostrando que não estão não velhos demais pra essa merda toda!

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Pra mim, Máquina Mortífera vai muito além dos filmes de ação, tanto os das décadas de 80/90, quanto os de agora.

Quem desconhece a franquia e os personagens pode, assim como eu há muito tempo atrás, pensar que vão rolar somente explosões intermináveis e um protagonista que nunca morre, apesar das tentativas exaustivas do pessoal malvado.

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Nada disso deixa de existir, porém, tudo tem seu lugar e sua lógica. A ânsia pela morte e por matar, dá lugar ao companheirismo e ao extinto de sobrevivência e justiça. As loucuras dão o tom leve e divertido que é possível se observar em diversos momentos.

Mas, quando Murtaugh e Riggs precisam falar sério e abordar assuntos pesados como preconceito, drogas, prostituição, perdas indesejáveis, envelhecimento (porque não) e o quanto o mundo pode ser cruel com os mais fracos, eles o fazem com maestria por meio de seus diálogos de pai e filho, de amigos eternos e de parceiros para todas as horas.

É impossível não crescer com eles, não aprender com eles, não amá-los e não se tornar parte da família deles!

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2 opiniões sobre “Never too old for Riggs and Murtaugh!

  1. Eu adorava ficar assistindo é uma franquia inesquecível.

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