::Bizarro e Pitoresca::

O blog de abobrinhas da Ana e do Luiz

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A última a saber

Acredito que a maioria das pessoas que clicam e acompanham os então escassos posts deste blog já estão por dentro dos últimos acontecimentos.

Para os que não sabem, o casal se tornou noivo. Mas não foi apenas isso, a criatividade e cérebro mega ativo do Luiz não permitiram que ele simplesmente pedisse, ouvisse sim, entregasse a aliança e seguisse com a vida (ainda bem!)

O que ninguém sabe é qual foi a visão da noiva surpreendida nessa história toda!

No fim de semana passado, no sábado (17), aconteceu o já tradicional Natal Hard Rock na Casa Cultural Matriz, um evento para quem gosta do estilo musical, que une as bandas existentes aqui em Belo Horizonte para uma confraternização com shows, diversão, reunião de amigos, enfim!

Para mim, era mais um show da minha banda favorita, os meus amigos da Sweet Cats. Como de costume, eu já sabia o repertório, me posicionei bem em frente ao palco, cantei, dancei, gritei, aproveitei ao máximo.

Mas, não mais que de repente, eu olhei pro palco e lá estava o Luiz. Como assim? O que ele tá fazendo ali em cima? Para essa que vos escreve, tudo corria na mais perfeita ordem natural das coisas, até as pernas começarem a tremer e a mente associar todos os acontecimentos e concluir que o que estava acontecendo era sim, um pedido de casamento!

E não poderia ter sido de uma maneira mais parecida com a gente! Cercados por música, por amigos e por uma banda que é tão especial na nossa vida. Tudo isso só me fez ter mais certeza de que a pessoa ideal pra mim, que me entende, me conhece e sabe exatamente qual caminho vamos seguir juntos, é você, Luiz!

Nunca imaginei que tantas pessoas conseguiriam guardar um segredo tão bem guardado, sem dar o mínimo sinal do que realmente aconteceria… E por isso não posso deixar de agradecer a todos que fizeram parte deste momento maravilhoso pra nós dois.

Obrigada, Dolinha, Mek, Piguete, Rapha, Breno, Fogo, Thaís, Dani, Nayara, Hugo, Bruno, Mozart, Val, Douglas, Fil, Nickolas, Karol, De Paiva, e porque não todo mundo que estava lá que eu nem sequer conhecia!

Posso dizer com toda a certeza que, dessa vez, nunca fiquei tão feliz em ser a última a saber de algo!

Eu te amo muito, meu noivo!

E para quem não viu o vídeo, ou quer ver (e se emocionar) mais uma vez, segue o link com a super especial “In your eyes (I see the heaven) e o pedido na íntegra, aqui neste registro bizarro e pitoresco!

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“Biografia” Ana Carolina Dias

.O texto a seguir é uma “biografia” montada a partir de depoimentos dos meus amigos que fiz ao estudar na Universidade Federal de Viçosa, falando sobre mim.

Não sei se esse é um costume comum em outras universidades (pelo menos eu não sei de nada parecido aqui em Belo Horizonte), mas, lá em Viçosa, quando o final do curso se aproxima, as pessoas se reúnem e escrevem e falam sobre as coisas que viveram com determinada pessoa, como essa pessoa é. Depois, a própria pessoa reúne essas informações, edita e monta essa biografia.

Como eu não estava mais lá ao final do curso de jornalismo dos meus amigos, eles o fizeram para mim pela internet. O texto, é o resultado da minha edição para as lindas palavras deles sobre mim. Aproveitando que a minha formatura chegou, seis meses depois da deles, gostaria de compartilhar com as pessoas que não conviveram comigo durante o ano em que permaneci na UFV.

” Durante os poucos, “porém densos” meses que passou em Viçosa, a Carol foi Ana, foi Ana Carolina, foi flor, foi chucks, foi cabeçuda, foi amiga, foi irmã. Praticamente sem filtro entre os pensamentos e a fala, essa belo-horizontina se revela muito especial para quem convive com ela. Ela nunca passou um dia sem discutir ou mesmo brigar, por coisas bobas ou, de fato, importantes com o Mateus ou com o Daniel. Mas sua sinceridade não a afasta, é bom que se diga, da ternura, de palavras leves.

À primeira vista, ela parece a moça mais normal e doce do mundo. À segunda, não. Sua pele alva, as poucas palavras, a timidez sem tamanho e o jeito (aparentemente) delicado escondem seu pavio curto, seus gostos ‘obscuros’ e a ‘boca do inferno’ que ela é. Mas com mais um pouquinho de tempo, a gente pode descobrir que ela é daquelas pessoas que quando você conhece quer estar perto.

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Pra começar, não ouse chamá-la de Ana Carolina! Se tiver amor à vida, não diga também que ela gasta muito dinheiro com viagens. Estudar no fim de semana? Jamais! (bem como o Fernando, companheiro de Lan House aos sábados e domingos). Esta mulher de forte personalidade reúne algumas características marcantes: stressada, pavio curtíssimo, super sincera, não leva desaforo pra casa, fala o que pensa doa a quem doer.

Apesar da falta de paciência, do stress e dos palavrões, a Carol também consegue ser parceira para as conversas cabeça, para as palhaçadas e, principalmente, para dar aqueles puxões de orelha quando precisa. E o Zidane foi o que mais precisou ter as orelhas puxadas!

Uma garota de princípios sim, educada, mas do tipo que não mantém ‘convenções sociais’ com ninguém. Participar de convenções sociais só pra bancar a simpática e amiga? Sem chance! Mas isso até é bom, pois mostra que ela é incapaz de ser falsa. Um gênio e tanto que pode parecer difícil, mas não é, basta ser amigo e verdadeiro com ela que está tudo certo. E tudo sempre deu muito certo desde o princípio com a Jéssica, coisas de Deus mesmo.

Além de entender o que a Fernandinha fala e não rir do sotaque dela, a Carol ouve músicas que a maioria ignora, e vê filmes que ninguém assiste. Ama os amigos e não tem vergonha de dizer isso. Chora com facilidade. Chora tanto que todos devem ter apostado nas muitas lágrimas que ela derramou ao ler cada uma das partes que compuseram essa biografia.

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Atleticana, esperta, inteligente, convicta, leal e forte.  Quem disse que futebol é coisa de homem? Só mesmo quem não teve oportunidade de conhecer a Ana Carolina. Nerd das mais altas patentes, e ainda assim mantendo esse lado extrovertido que lhe é peculiar, Carol sempre demonstrou sensatez e inteligência em suas palavras, por mais que algumas das vezes se valesse de severas críticas, especialmente para quem não come feijão, como o Alex!

Com o tempo, essa garota soube muito bem não deixar o grupo se acomodar, trazendo sempre boas razões para se aproveitar cada momento. Seu temperamento apenas demonstra, na realidade, seu inconformismo em não se submeter e subjugar-se, e com muita razão, face àquilo que não considera justo, leal ou ético.

Aquela que sempre merecidamente lutou e correu por seus sonhos e ideais foi também a que mais cedo nos deixou, com maior saudade. E como consegue ser grande essa tal saudade!

Uma companhia sempre agradável, com profissionalismo admirável, a Carol é fora de série e jamais passará em branco em qualquer coisa que decida fazer.”

Obrigada, queridos, pelas palavras, pelo carinho, pelo apoio, pela força e pela amizade!

Explosões, referências nerds e manobras automobilísticas incríveis? Gymkhana 4!

Segundo as minhas pesquisas rápidas, Gymkhana é um esporte de performance com carros em alta velocidade e manobras inacreditáveis de tão legais. Claro que o resultado das pesquisas eram mais formais e eu resumi para vocês.

A verdade é que o pessoal da DC (não a editora de quadrinhos, mas sim empresa de tênis, calçados etc que vocês conhecem) deixou esse esporte mais legal ainda. Com uma série de vídeos super legais e que fazem qualquer um que gosta de carros grudar na tela, eles conseguiram me viciar nessa tal modalidade.

O que me fez postar isso aqui é que a nova edição do Gymkhana da DC tem incríveis referências nerds, entre elas: De Volta Para o Futuro, Top Gun, Exterminador do Futuro…e muitas outras que vou deixar vocês mesmo descobrirem.

Como cinéfilo, achei a edição mais legal. Como fanático por corridas, achei que ficou um pouco exagerado e mostrou menos o carro e mais os efeitos, referências e easter eggs.

De qualquer forma, o curta é incrivelmente divertido e contou com a direção excelente de Ben Conrad, responsável pelos efeitos no filme Zumbilândia.

Assista e conte quantos nossas, puts e palavrões você vai soltar durante o curta!

Abraços do Bizarro.

Amigos e formatura


Diz o senso comum que quem tem amigos é feliz e nunca vai estar sozinho. Há também a máxima de que toda uninamidade é burra. Sendo assim, tenho que discordar de uma das duas opções.

Sim, caro leitor! Quem tem amigos é muito feliz! E quem tem essas pessoas na vida, nunca vai estar sozinho. Não falo aqui de uma distância física, mas de um sentimento que liga os corações e as mentes. Deus me deu a grande benção de conviver com pessoas maravilhosas e, a cada dia, aprender um pouquinho mais sobre elas. Qualidades e defeitos, é claro. Mas fui abençoada também com a capacidade de tentar lidar e tentar entender cada um deles, de maneira diferenciada e especial.

O semestre que acabou foi de grande realização para os donos deste blog. Um conceito A com louvor e um 100 em uninamidade. Essas foram as notas com as quais Luiz Gustavo de Oliveira Schenk e Ana Carolina Alves Dias finalmente se tornaram publicitário e jornalista, respectivamente.

A ideia então surgiu: porque não fazer um churrasco (algo que os dois apreciam muito) e convidar nossos amigos mais próximos, que nos ajudaram, ouviram, apoiaram, compreenderam, enfim, que sempre estiveram ao nosso lado nessa caminhada? Assim foi feito. Muitos preparativos, contabilização da quantidade de carne, bebida, arrumação do local, enfim, todo o ritual de preparação de uma festa e, mais ainda, de um churrasco!

Quando chegou o dia marcado, a sensação de ser querido transbordou de dentro desse casal que tenta escrever sobre sentimentos a cada post deste blog. Todos os amigos demonstraram tanta alegria de estar aqui, comemorando uma vitória tão importante nas nossas vidas, que as palavras faltam para expressar a grandeza e intensidade do sentimento!

Este texto então, é uma tentativa de agradecimento e de expressar o que é ter amigos, que compartilham gostos, opiniões, pensamentos, ações. Aqueles que se divertem com as mesmas bobeiras, que cantam as mesmas músicas, que comem e bebem do mesmo jeito e no mesmo lugar.

A vocês, delicinhas da minha existência, muito obrigada! Que possamos comemorar momentos como esse da caminhada de cada um de vocês e que também possamos passar pelos obstáculos, para, no final, rirmos deles e concluirmos que nada é impossível com a ajuda de um amigo!

Texto de Ana Carolina Dias

Saudade

Precisei colocar esse blog, a tanto tempo parado, para funcionar pra dizer o quanto eu estava com saudades da minha Ana.

Uma semana parece um ano quando não estamos juntos! Então essa vai pra ela porque eu preciso dela SO BAD! Então esse vai ser um post estilo adolescente anos noventa, com letra de música e tudo!

HAVE YOU EVER NEEDED SOMEONE SO BAD?
Def Leppard
Written By: P. Collen/J. Elliott/M. Lange

Here I am, I’m in the wrong bed again
It’s a game I just can’t win
There you are breathin’ soft on my skin, yeah
Still you won’t let me in

Why save your kisses for a rainy day
Baby let the moment take your heart away

Have you ever needed someone so bad, yeah
Have you ever wanted someone
You just couldn’t have
Did you ever try so hard
That your world just fell apart
Have you ever needed someone so bad

And to the girl I gotta have
I gotta have you baby

There yo ugo, midnight promises again, yeah
But they’re broken by the dawn
You wanna go further, faster every dya, baby
But in the morning you’ll be gone
And I’m alone

Repeat Bridge
Repeat Chorus

Every dream I dream is like
Some kinds rash ‘n’ reckless scene
To give out such crazy love
You must be some kind of drug
And if my time dont’ ever come
For me you’re still the one
Damned if I don’t , damned if I do
I gotta get a fix on you

Dica de música

Depois de seis séculos e um post lindo da Ana, volto a postar aqui para dar mais uma dica de música. Hoje falo do projeto Rome, do renomado Danger Mouse e sua parceira Daniele Luppi. Esse disco faz uma homenagem aos filmes do velho oeste e suas trilhas tão características e conta com a presença dos excelentes Jack White e Norah Jones em algumas faixas mas todas são legais e divertem.

Não vou falar muito mais sobre isso porque o Omelete fez um post muito massa sobre isso (clique aqui).

Vale a pena ouvir e se divertir com essa música de qualidade que eu nem sei classificar o estilo, mas sei que é bom demais! Deixo vocês com duas faixas do album. Have fun people =)

Quem tiver interesse em conversar com o Bizzaro ou a Pitoresca, pode falar com a gente pelo Twitter, @anacarol_dias e @LuizSchenk ou comentar aqui no blog!


9 anos..!

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Muitas pessoas, ao descobrirem que nosso namoro completa 9 anos, comparam esse tempo com um casamento ou até uma vida. Pensando bem, se nosso amor fosse uma criança, já imaginou? Seria um menino grande, forte, saudável e lindo! Ia ser esperto, inteligente, hiperativo, cheio de energia e ideias a mil!

Mas, vamos começar do princípio (como obviamente deve ser feito). Como um bebê, nosso namoro demorou a chegar ao mundo. Precisamos marcar umas duas ou três vezes até o verdadeiro encontro. Depois disso, mais um tempo até nos vermos de novo e, finalmente, acontecer o parto! E foi um momento lindo, assim como deve ser a chegada de uma nova vida ao mundo. Assim como um recém nascido, o sentimento era pequeno e inocente, mas, quando era necessário, fazia um barulho danado pra tentar mostrar o que queria. E também como uma pequena criatura que chega no seio de uma família, esse amor chegou pra tomar conta das nossas atenções e sentimentos pra sempre.

Depois, aprender a andar, o processo de conhecimento das coisas ao redor. Os pequenos gestos assimilados, o entendimento do que cada simples sinal poderia significar. E então, passo a passo, fomos caminhando juntos, achando um no outro, a mesma segurança que um neném encontra nos pais. Tendo a certeza de que, se os pezinhos falhassem por qualquer motivo, existiriam braços abertos para amparar a queda.

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Entre os 4 e 5 anos, naquela fase em que a criança já sabe muitas coisas, porém ainda é extremamente dependente dos pais, descobrimos o quanto necessitávamos desse amor… E aprendemos da maneira mais difícil de todas: sendo privados do contato físico freqüente. Foi a hora desse gurizinho se virar sozinho, mesmo tão novo. E ele se deu muito bem, sobreviveu, cresceu e conseguiu amadurecer muito.

Depois, voltando a ficar juntos, o crescimento e desenvolvimento foi contínuo mas não sem esforço. Como os pais chamam a atenção dos filhos, aconteceram brigas, discussões, puxões de orelha e conselhos mútuos, o que nos tornou pessoas e um casal melhor.

Agora, ao chegar aos 9 anos, já sabe ler, escrever, expressar claramente o que deseja e lutar pelo que quer. E é assim que enxergo nosso relacionamento. Grande, forte, bonito! A cada dia aprendemos mais os desejos um do outro, nos comunicamos até sem palavras e já seguimos com as nossas próprias pernas para os caminhos que são melhores para nós. A liberdade de estar junto e a segurança de saber que alguém está sempre por perto, é a beleza desse amor, que só vai crescer e evoluir como uma vida bem aproveitada e cheia de surpresas!

Eu te amo muito! Obrigada por existir pra mim!

Juventude Transviada

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No país dos paradoxos, surge mais uma questão preocupante, dessa vez o alerta é para a juventude. Em uma fase da vida em que as dúvidas são recorrentes e as decisões difíceis de serem tomadas sem aconselhamento, emprego e estudo estão longe das perspectivas dos nossos adolescentes.
De acordo com pesquisa realizada pela PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), 24,1% dos jovens brasileiros de 18 a 20 não trabalham nem estudam.

Alguns fatores podem ser relacionados a essa conjuntura de estagnação. O aquecimento do mercado de trabalho é um deles. A contradição começa por aí.

Com um maior número de vagas abertas, a concorrência também aumenta e a falta de experiência é fator determinante para a exclusão dos jovens dessa fatia do bolo econômico. Fato que acontece em uma nação cujo mercado valoriza pouco (ou quase nada) as pessoas maduras e experientes.

Ou seja, quem não tem experiência é privado de tentar obtê-la e os que a possuem já estão velhos demais para determinados cargos.

Pode-se então refletir que muitos adolescentes na faixa de idade citada simplesmente querem aproveitar mais a mocidade e pensar no futuro depois. Outro paradoxo surge vindo da boca dos especialistas. Sim, alguns desses jovens não sabem falar a língua pátria porque estão mais interessados em aprender o idioma da internet.

Mas, ao mesmo tempo, é observada a incoerência em relação aos que nem trabalham e nem estudam: moças como Janaína Farias, 18 anos, perdem vagas na escola porque precisam faltar às aulas para trabalhar e ajudar no sustento da casa.

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O equívoco maior em todas as causas explicitadas é o da falta de investimento em capital humano que pode ser feito por meio desses jovens.

No primeiro semestre deste ano, o governo federal comemorou o recorde de 110 mil postos de trabalhos criados para aprendizes em empresas. Esse número não representa nem a metade da meta estabelecida, que é de 800 mil vagas.

Elaboração de programas e metas que só ficam bem no papel já se tornou cotidiano para o brasileiro. As famílias beneficiadas estão satisfeitas e podem sim ajudar a formar cidadãos mais conscientes, com um futuro garantido.

Já os pais dos quase 2,4 milhões de adolescentes que estão à deriva esperando um barco passar, têm que fazer o papel do Estado e tentar instruir seus filhos para que a cabeça vazia não se torne oficina do diabo.

Texto elaborado pela aluna do sétimo período do curso de Jornalismo, Ana Carolina Dias, como avaliação intermediária da disciplina de Jornalismo Interpretativo e Opinativo do Centro Univeristário de Belo Horizonte – UNI-BH

Dica de viagem – Museu de miniaturas de Hamburgo

Olá pessoal, aqui vos escreve é o Bizarro que estava sumido mas que teve que parar tudo que estava fazendo para escrever este post. Como estão? Espero que bem.

Estou escrevendo para mostrar a todos vocês um local incrível que descobri graças à um colega de trabalho.  É o museu de miniaturas Miniatur Wunderland que fica na cidade de Hamburgo que fica na Alemanha. Eu, que sempre fui maníaco por Ferrorama, Autorama e coisas relacionadas a coleções e brinquedos, fiquei maluco ao ver as imagens deste local que tem mais de três andares de réplicas de cidades, países, etc.

O local é todo caracterizado para que você tenha a impressão de que tudo está realmente acontecendo diante dos seus olhos, portanto, os automóveis e trens se locomovem sozinhos, as luzes acendem e apagam, a cidades anoitecem e amanhacem. Enfim é um minimundo que funciona de verdade.

Para quem é colecionador como eu, é como ver um sonho tornar-se realidade. Para quem não coleciona, é um divertido passeio por (cliche mode on) um mundo mágico que traz aquele delicioso sentimento de ser criança à tona (cliche mode off). Se um dia eu voltar à Alemanha, esse será o primeiro lugar a ser visitado.

Vejam o vídeo e sintam um pouquinho do que é estar no museu:


Para quem estiver indo visitar o pais ou quiser saber mais informações sobre o museu, acesse o site oficial clicando aqui.

Até a próxima, pessoal!

Do you want heavy?

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Com show confirmado para o Rock in Rio, o Metallica aumenta as chances dos proprietários deste blog de verem essa excelente banda ao vivo!

Depois de termos a oportunidade de assistir a um show dos caras no cinema, a vontade de estar presente em uma das apresentações do Metallica só aumentou. E é exatamente sobre isso que o estudante de jornalismo Fábio Rocha escreve para o Bizarro e Pitoresca.

A matéria sobre o Big Four foi elaborada por Fábio para a disciplina de jornalismo online e, gentilmente, ele resolveu ser nosso colaborador. Seguem então as informações e uma linha do tempo sobre a carreira desses monstros do thrash metal!

Quatro bandas nascidas na década de 1980 se reuniram para um único festival de puro heavy metal. É o The Big Four, com a presença de Metallica, Slayer, Megadeath e Anthrax.

De todas, apenas o Metallica se perdeu no tempo. Para a maioria dos fãs, a banda que possui 29 anos de carreira e é liderada pelo baterista Lars Ulrich, parou com o repertório de boas músicas em 1991, no álbum Metallica, também chamado de Black Album.

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Desde o lançamento dos discos Load e ReLoad, o Metallica não se encontrou mais. Brigas internas e a revolta com o compartilhamento de músicas pelas internet tiraram o foco da banda, que estava mais preocupada em vender discos e ganhar prêmios do que fazer trabalhos de qualidade, mas que vendesse pouco e obtivesse menos reconhecimento.

É claro que, até hoje, os caras continuam vendendo razoavelmente bem, até porque fã que é fã tem a necessidade de completar a coleção. Por isso mesmo, não justifica o Metallica ter mudado o estilo musical para angariar mais admiradores.

Agressividade nos shows

Se produzir um álbum que agrade a maior parte dos fãs está difícil – mesmo porque o vocalista James Hetfield já declarou que a banda não faz discos pensando no que os fãs vão achar do trabalho – restou ao Metallica colocar toda a agressividade nos shows, tocando canções antigas.

O último DVD lançado com uma apresentação do grupo – Orgulho, Paixão e Glória – reflete bastante o que eles querem: voltar ao que eram antes da década de 1990. Tanto que a maioria das músicas tocadas é do álbum Ride the Lightining, de 1984.

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The Big Four: a redenção

E, agora, com o festival The Big Four, foi a chance da redenção do Metallica no cenário heavy metal. Tocando ao lado de outras três bandas igualmente consagradas – junto à crítica e aos fãs, e não comercialmente – Ulrich, Hetfield, Hammett e Trujillo mostraram o quanto o Metallica ainda está vivo para o rock pesado. Este quadro mostra-se pelo menos nos shows, enquanto um bom álbum ainda é aguardado.

Confira abaixo a linha do tempo que mostra a história do Metallica com seus altos e baixos:

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