::Bizarro e Pitoresca::

O blog de abobrinhas da Ana e do Luiz

Arquivo para a categoria “Ao vento…”

Batman e eu, eu e Batman.

Muitas pessoas brincam comigo por conta dessa adoração que tenho pelo Batman. Hoje mais cedo eu estava pensando no assunto e me lembrei que talvez a origem disso tudo tenha sido no primeiro filme que vi no cinema: Batman, de Tim Burton.


Me lembro que na cena dessa imagem acima eu sai correndo pela sala com um misto de pavor, intriga e admiração.

Desde então, todas as minhas roupas, capas, bonecos e quadrinhos foram do Homem Morcego (fora o tokusatsu) e é assim até hoje, vide a minha foto do perfil no Facebook.

Batman é e sempre será mais que uma pessoa de capa. Ele é uma ideia que ao menos na minha cabeça estará presente para sempre.

Anúncios

O inusitado funcionamento da minha cabeça

Estranhas lembranças que eu tenho:

Em um janeiro do comecinho da década de 90 quando eu morava em Belém, fui com meu pai e minha mãe receber meus avós no aeroporto. O avião atrasou e fomos esperar. Era de noite e a espera ia até a madrugada.

Fomos pra uma sala da aeronáutica, era uma pequena sala com uma tv bem velha passando filmes em preto e branco. Eu me diverti com o filme e depois dormi num pedaço do sofá, entre meu pai e minha mãe.

Acordei com as palavras da minha mãe: “o vô e avó chegaram”. Não sei porque lembro disso tão bem assim mas sinto uma melancolia e felicidade diferente ao pensar nesse dia.

Vai entender minha cabeça.

A última a saber

Acredito que a maioria das pessoas que clicam e acompanham os então escassos posts deste blog já estão por dentro dos últimos acontecimentos.

Para os que não sabem, o casal se tornou noivo. Mas não foi apenas isso, a criatividade e cérebro mega ativo do Luiz não permitiram que ele simplesmente pedisse, ouvisse sim, entregasse a aliança e seguisse com a vida (ainda bem!)

O que ninguém sabe é qual foi a visão da noiva surpreendida nessa história toda!

No fim de semana passado, no sábado (17), aconteceu o já tradicional Natal Hard Rock na Casa Cultural Matriz, um evento para quem gosta do estilo musical, que une as bandas existentes aqui em Belo Horizonte para uma confraternização com shows, diversão, reunião de amigos, enfim!

Para mim, era mais um show da minha banda favorita, os meus amigos da Sweet Cats. Como de costume, eu já sabia o repertório, me posicionei bem em frente ao palco, cantei, dancei, gritei, aproveitei ao máximo.

Mas, não mais que de repente, eu olhei pro palco e lá estava o Luiz. Como assim? O que ele tá fazendo ali em cima? Para essa que vos escreve, tudo corria na mais perfeita ordem natural das coisas, até as pernas começarem a tremer e a mente associar todos os acontecimentos e concluir que o que estava acontecendo era sim, um pedido de casamento!

E não poderia ter sido de uma maneira mais parecida com a gente! Cercados por música, por amigos e por uma banda que é tão especial na nossa vida. Tudo isso só me fez ter mais certeza de que a pessoa ideal pra mim, que me entende, me conhece e sabe exatamente qual caminho vamos seguir juntos, é você, Luiz!

Nunca imaginei que tantas pessoas conseguiriam guardar um segredo tão bem guardado, sem dar o mínimo sinal do que realmente aconteceria… E por isso não posso deixar de agradecer a todos que fizeram parte deste momento maravilhoso pra nós dois.

Obrigada, Dolinha, Mek, Piguete, Rapha, Breno, Fogo, Thaís, Dani, Nayara, Hugo, Bruno, Mozart, Val, Douglas, Fil, Nickolas, Karol, De Paiva, e porque não todo mundo que estava lá que eu nem sequer conhecia!

Posso dizer com toda a certeza que, dessa vez, nunca fiquei tão feliz em ser a última a saber de algo!

Eu te amo muito, meu noivo!

E para quem não viu o vídeo, ou quer ver (e se emocionar) mais uma vez, segue o link com a super especial “In your eyes (I see the heaven) e o pedido na íntegra, aqui neste registro bizarro e pitoresco!

“Biografia” Ana Carolina Dias

.O texto a seguir é uma “biografia” montada a partir de depoimentos dos meus amigos que fiz ao estudar na Universidade Federal de Viçosa, falando sobre mim.

Não sei se esse é um costume comum em outras universidades (pelo menos eu não sei de nada parecido aqui em Belo Horizonte), mas, lá em Viçosa, quando o final do curso se aproxima, as pessoas se reúnem e escrevem e falam sobre as coisas que viveram com determinada pessoa, como essa pessoa é. Depois, a própria pessoa reúne essas informações, edita e monta essa biografia.

Como eu não estava mais lá ao final do curso de jornalismo dos meus amigos, eles o fizeram para mim pela internet. O texto, é o resultado da minha edição para as lindas palavras deles sobre mim. Aproveitando que a minha formatura chegou, seis meses depois da deles, gostaria de compartilhar com as pessoas que não conviveram comigo durante o ano em que permaneci na UFV.

” Durante os poucos, “porém densos” meses que passou em Viçosa, a Carol foi Ana, foi Ana Carolina, foi flor, foi chucks, foi cabeçuda, foi amiga, foi irmã. Praticamente sem filtro entre os pensamentos e a fala, essa belo-horizontina se revela muito especial para quem convive com ela. Ela nunca passou um dia sem discutir ou mesmo brigar, por coisas bobas ou, de fato, importantes com o Mateus ou com o Daniel. Mas sua sinceridade não a afasta, é bom que se diga, da ternura, de palavras leves.

À primeira vista, ela parece a moça mais normal e doce do mundo. À segunda, não. Sua pele alva, as poucas palavras, a timidez sem tamanho e o jeito (aparentemente) delicado escondem seu pavio curto, seus gostos ‘obscuros’ e a ‘boca do inferno’ que ela é. Mas com mais um pouquinho de tempo, a gente pode descobrir que ela é daquelas pessoas que quando você conhece quer estar perto.

.

.

Pra começar, não ouse chamá-la de Ana Carolina! Se tiver amor à vida, não diga também que ela gasta muito dinheiro com viagens. Estudar no fim de semana? Jamais! (bem como o Fernando, companheiro de Lan House aos sábados e domingos). Esta mulher de forte personalidade reúne algumas características marcantes: stressada, pavio curtíssimo, super sincera, não leva desaforo pra casa, fala o que pensa doa a quem doer.

Apesar da falta de paciência, do stress e dos palavrões, a Carol também consegue ser parceira para as conversas cabeça, para as palhaçadas e, principalmente, para dar aqueles puxões de orelha quando precisa. E o Zidane foi o que mais precisou ter as orelhas puxadas!

Uma garota de princípios sim, educada, mas do tipo que não mantém ‘convenções sociais’ com ninguém. Participar de convenções sociais só pra bancar a simpática e amiga? Sem chance! Mas isso até é bom, pois mostra que ela é incapaz de ser falsa. Um gênio e tanto que pode parecer difícil, mas não é, basta ser amigo e verdadeiro com ela que está tudo certo. E tudo sempre deu muito certo desde o princípio com a Jéssica, coisas de Deus mesmo.

Além de entender o que a Fernandinha fala e não rir do sotaque dela, a Carol ouve músicas que a maioria ignora, e vê filmes que ninguém assiste. Ama os amigos e não tem vergonha de dizer isso. Chora com facilidade. Chora tanto que todos devem ter apostado nas muitas lágrimas que ela derramou ao ler cada uma das partes que compuseram essa biografia.

.

.

Atleticana, esperta, inteligente, convicta, leal e forte.  Quem disse que futebol é coisa de homem? Só mesmo quem não teve oportunidade de conhecer a Ana Carolina. Nerd das mais altas patentes, e ainda assim mantendo esse lado extrovertido que lhe é peculiar, Carol sempre demonstrou sensatez e inteligência em suas palavras, por mais que algumas das vezes se valesse de severas críticas, especialmente para quem não come feijão, como o Alex!

Com o tempo, essa garota soube muito bem não deixar o grupo se acomodar, trazendo sempre boas razões para se aproveitar cada momento. Seu temperamento apenas demonstra, na realidade, seu inconformismo em não se submeter e subjugar-se, e com muita razão, face àquilo que não considera justo, leal ou ético.

Aquela que sempre merecidamente lutou e correu por seus sonhos e ideais foi também a que mais cedo nos deixou, com maior saudade. E como consegue ser grande essa tal saudade!

Uma companhia sempre agradável, com profissionalismo admirável, a Carol é fora de série e jamais passará em branco em qualquer coisa que decida fazer.”

Obrigada, queridos, pelas palavras, pelo carinho, pelo apoio, pela força e pela amizade!

Amigos e formatura


Diz o senso comum que quem tem amigos é feliz e nunca vai estar sozinho. Há também a máxima de que toda uninamidade é burra. Sendo assim, tenho que discordar de uma das duas opções.

Sim, caro leitor! Quem tem amigos é muito feliz! E quem tem essas pessoas na vida, nunca vai estar sozinho. Não falo aqui de uma distância física, mas de um sentimento que liga os corações e as mentes. Deus me deu a grande benção de conviver com pessoas maravilhosas e, a cada dia, aprender um pouquinho mais sobre elas. Qualidades e defeitos, é claro. Mas fui abençoada também com a capacidade de tentar lidar e tentar entender cada um deles, de maneira diferenciada e especial.

O semestre que acabou foi de grande realização para os donos deste blog. Um conceito A com louvor e um 100 em uninamidade. Essas foram as notas com as quais Luiz Gustavo de Oliveira Schenk e Ana Carolina Alves Dias finalmente se tornaram publicitário e jornalista, respectivamente.

A ideia então surgiu: porque não fazer um churrasco (algo que os dois apreciam muito) e convidar nossos amigos mais próximos, que nos ajudaram, ouviram, apoiaram, compreenderam, enfim, que sempre estiveram ao nosso lado nessa caminhada? Assim foi feito. Muitos preparativos, contabilização da quantidade de carne, bebida, arrumação do local, enfim, todo o ritual de preparação de uma festa e, mais ainda, de um churrasco!

Quando chegou o dia marcado, a sensação de ser querido transbordou de dentro desse casal que tenta escrever sobre sentimentos a cada post deste blog. Todos os amigos demonstraram tanta alegria de estar aqui, comemorando uma vitória tão importante nas nossas vidas, que as palavras faltam para expressar a grandeza e intensidade do sentimento!

Este texto então, é uma tentativa de agradecimento e de expressar o que é ter amigos, que compartilham gostos, opiniões, pensamentos, ações. Aqueles que se divertem com as mesmas bobeiras, que cantam as mesmas músicas, que comem e bebem do mesmo jeito e no mesmo lugar.

A vocês, delicinhas da minha existência, muito obrigada! Que possamos comemorar momentos como esse da caminhada de cada um de vocês e que também possamos passar pelos obstáculos, para, no final, rirmos deles e concluirmos que nada é impossível com a ajuda de um amigo!

Texto de Ana Carolina Dias

9 anos..!

.

.

Muitas pessoas, ao descobrirem que nosso namoro completa 9 anos, comparam esse tempo com um casamento ou até uma vida. Pensando bem, se nosso amor fosse uma criança, já imaginou? Seria um menino grande, forte, saudável e lindo! Ia ser esperto, inteligente, hiperativo, cheio de energia e ideias a mil!

Mas, vamos começar do princípio (como obviamente deve ser feito). Como um bebê, nosso namoro demorou a chegar ao mundo. Precisamos marcar umas duas ou três vezes até o verdadeiro encontro. Depois disso, mais um tempo até nos vermos de novo e, finalmente, acontecer o parto! E foi um momento lindo, assim como deve ser a chegada de uma nova vida ao mundo. Assim como um recém nascido, o sentimento era pequeno e inocente, mas, quando era necessário, fazia um barulho danado pra tentar mostrar o que queria. E também como uma pequena criatura que chega no seio de uma família, esse amor chegou pra tomar conta das nossas atenções e sentimentos pra sempre.

Depois, aprender a andar, o processo de conhecimento das coisas ao redor. Os pequenos gestos assimilados, o entendimento do que cada simples sinal poderia significar. E então, passo a passo, fomos caminhando juntos, achando um no outro, a mesma segurança que um neném encontra nos pais. Tendo a certeza de que, se os pezinhos falhassem por qualquer motivo, existiriam braços abertos para amparar a queda.

.

.

Entre os 4 e 5 anos, naquela fase em que a criança já sabe muitas coisas, porém ainda é extremamente dependente dos pais, descobrimos o quanto necessitávamos desse amor… E aprendemos da maneira mais difícil de todas: sendo privados do contato físico freqüente. Foi a hora desse gurizinho se virar sozinho, mesmo tão novo. E ele se deu muito bem, sobreviveu, cresceu e conseguiu amadurecer muito.

Depois, voltando a ficar juntos, o crescimento e desenvolvimento foi contínuo mas não sem esforço. Como os pais chamam a atenção dos filhos, aconteceram brigas, discussões, puxões de orelha e conselhos mútuos, o que nos tornou pessoas e um casal melhor.

Agora, ao chegar aos 9 anos, já sabe ler, escrever, expressar claramente o que deseja e lutar pelo que quer. E é assim que enxergo nosso relacionamento. Grande, forte, bonito! A cada dia aprendemos mais os desejos um do outro, nos comunicamos até sem palavras e já seguimos com as nossas próprias pernas para os caminhos que são melhores para nós. A liberdade de estar junto e a segurança de saber que alguém está sempre por perto, é a beleza desse amor, que só vai crescer e evoluir como uma vida bem aproveitada e cheia de surpresas!

Eu te amo muito! Obrigada por existir pra mim!

Juventude Transviada

.

No país dos paradoxos, surge mais uma questão preocupante, dessa vez o alerta é para a juventude. Em uma fase da vida em que as dúvidas são recorrentes e as decisões difíceis de serem tomadas sem aconselhamento, emprego e estudo estão longe das perspectivas dos nossos adolescentes.
De acordo com pesquisa realizada pela PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), 24,1% dos jovens brasileiros de 18 a 20 não trabalham nem estudam.

Alguns fatores podem ser relacionados a essa conjuntura de estagnação. O aquecimento do mercado de trabalho é um deles. A contradição começa por aí.

Com um maior número de vagas abertas, a concorrência também aumenta e a falta de experiência é fator determinante para a exclusão dos jovens dessa fatia do bolo econômico. Fato que acontece em uma nação cujo mercado valoriza pouco (ou quase nada) as pessoas maduras e experientes.

Ou seja, quem não tem experiência é privado de tentar obtê-la e os que a possuem já estão velhos demais para determinados cargos.

Pode-se então refletir que muitos adolescentes na faixa de idade citada simplesmente querem aproveitar mais a mocidade e pensar no futuro depois. Outro paradoxo surge vindo da boca dos especialistas. Sim, alguns desses jovens não sabem falar a língua pátria porque estão mais interessados em aprender o idioma da internet.

Mas, ao mesmo tempo, é observada a incoerência em relação aos que nem trabalham e nem estudam: moças como Janaína Farias, 18 anos, perdem vagas na escola porque precisam faltar às aulas para trabalhar e ajudar no sustento da casa.

.

O equívoco maior em todas as causas explicitadas é o da falta de investimento em capital humano que pode ser feito por meio desses jovens.

No primeiro semestre deste ano, o governo federal comemorou o recorde de 110 mil postos de trabalhos criados para aprendizes em empresas. Esse número não representa nem a metade da meta estabelecida, que é de 800 mil vagas.

Elaboração de programas e metas que só ficam bem no papel já se tornou cotidiano para o brasileiro. As famílias beneficiadas estão satisfeitas e podem sim ajudar a formar cidadãos mais conscientes, com um futuro garantido.

Já os pais dos quase 2,4 milhões de adolescentes que estão à deriva esperando um barco passar, têm que fazer o papel do Estado e tentar instruir seus filhos para que a cabeça vazia não se torne oficina do diabo.

Texto elaborado pela aluna do sétimo período do curso de Jornalismo, Ana Carolina Dias, como avaliação intermediária da disciplina de Jornalismo Interpretativo e Opinativo do Centro Univeristário de Belo Horizonte – UNI-BH

Dica de música – Romântica

A dica musical de hoje fica por conta da parceria de Lionel Ritchie e Diana Ross com a música Endless Love.

Coincidentemente escutei essa música na última sexta feira, enquanto estava no carro e voltava da casa do Luiz. Quando cheguei, enviei o vídeo para ele pela internet e ele disse que gostava muito da dupla e da canção.

No sábado, dia 04 de setembro, foi aniversário dele e casamento da minha prima. Qual não foi a nossa surpresa, quando os músicos da cerimônia tocaram essa mesma música durante a assinatura dos papéis na igreja.

Aproveitem essa canção tão emocionante, bonita e competentemente executada por duas vozes tão fantásticas!

Abrindo a janela

No último fim de semana viajei para Viçosa. São 4 horas dentro de um ônibus. Algo que pode parecer entediante e até assustador para algumas pessoas. Para outros, é apenas mais uma viagem comum de rotina e alguns preferem observar. Para mim, aqui começa o diferencial entre cada indivíduo.

Minas Gerais tem uma das paisagens mais bonitas de se observar nas estradas. E olha que isso foi confirmado para mim por uma paulista que adora seu estado de origem! Durante a minha viagem na última sexta feira, parei para reparar o comportamento dos passageiros. E, para minha surpresa, 99% deles fecharam as cortinas (e teriam fechado as janelas, se elas não fossem lacradas devido ao sistema de ar condicionado). Tudo bem, eu entendo, o sol pode incomodar, mas quando se sai às 6 e meia da manhã de um dia levemente nublado o problema é menor.

O motivo pelo qual as cortinas fechavam a visão das pessoas era mesmo o fato de quererem dormir durante o tempo que passariam naquele ônibus. Mais uma vez, é aí onde eu enxergo a diferença!

Você pode querer se trancar dentro do seu mundo, ficar preso ali dentro até que a sua missão seja cumprida, ou seja, até que a viagem chegue ao fim. Ou você pode simplesmente colocar óculos escuros, se proteger do sol e olhar o que passa a sua volta! Até a incrível neblina que escondia as montanhas e a vegetação por alguns minutos me provocaram inspiração para redigir as linhas que agora escrevo.

Não vou dizer que não dormi! Sim, eu cochilei por pelo menos uma hora mas mantive a cortina aberta para o caso de acontecer algo que viesse a me surpreender. E olha que eu já fiz esse mesmo percurso durante um longo ano no qual estudei na UFV. Nunca pensei em fechar a janela porque, como na vida, a minha curiosidade e vontade de observar e conhecer são enormes!

Fico pensando como as pessoas podem reduzir as coisas, às vezes de forma tão simplória, e não se preocupam com isso. Porque tudo tem que ser separado, catalogado, dominado para se encaixar em situações perfeitas, com pessoas perfeitas em lugares perfeitos…

Quando a gente vai entender que o imperfeito é parte de cada um e observar e aceitar a imperfeição, o sol batendo no rosto e o vento atrapalhando os cabelos também fazem parte do que nós realmente somos no final!

Pois é! Penso, logo existo! Uma vida tão certa deve ser tão chata!

Cuidado aonde pisa

Image and video hosting by TinyPic

Para iniciar as atividades “bloguísticas” pensamos em deixar claro como e qual será o conteúdo dessa espécie de diário virtual.

Uma futura jornalista e um futuro publicitário que se encontraram há 8 anos, quando nem imaginavam que seriam jornalista e publicitário e quando a maior preocupação era que fantasia usar na festa em que o namoro começou. Ela de odalisca e ele de headbanger. Uma combinação um tanto quanto bizarra e pitoresca.

Mas deu certo. E o namoro começou. Daí pra frente a preocupação era quem ia viajar para onde para que pudessem se ver durante os quase 5 anos de relacionamento à distância. Difícil. Mas não impossível. Entre Belo Horizonte, Barbacena, Rio de Janeiro, Viçosa e Equador, a paixão se transformou em amor que foi se fortalecendo e superou todas as expectativas e obstáculos.

Atualmente, a relação é de cumplicidade, é de não precisar de palavras, é de entender o olhar. A brincadeira é que “a intimidade é uma merda”, e se for, estamos atolados nela até os pescoços!

E as vidas seguiram seus rumos. Cada um escolheu aquilo em que quer estudar e tentar ganhar a vida de forma digna e prazerosa. Para isso a brincadeira é “sabemos que não vamos ser ricos”. E provavelmente não vamos. A preocupação passou a ser imaginar um casamento bonito e divertido, imaginar os filhos em cada criança que passa na rua, pensar onde e como morar…

Se os seres humanos podem ser colocados em diferentes prateleiras e catalogados, o rótulo mais próximo hoje em dia seria “nerd”. E é por aí que começa o conteúdo que será postado nesse blog. Críticas de filmes (quem somos nós pra criticar alguma coisa!), informações e novidades sobre cinema, séries, jogos, tokusatsu. Frases e comentários de quem admiramos, ou simplesmente pensamentos vagando pelo ar. E aí entram as coisas das nossas vidas: os amigos, a família, as experiências, os aprendizados, os acontecimentos.

Quem freqüentar essas páginas virtuais, por vezes verá raiva, indignação, descontentamento. Mas também vai ver o lado positivo de algo que nunca tinha pensado, a felicidade de compartilhar existências, um amor formatado da maneira mais diferente e deliciosa!

Além disso, o que produzirmos nas vidas profissionais e acadêmicas também terá espaço aberto aqui, para que possa ser amado e odiado. Isso mesmo, sinta-se à vontade para falar o que quiser, mas lembre-se de que nós também estamos!

Navegação de Posts