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O blog de abobrinhas da Ana e do Luiz

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Shows, apresentações, espetáculos e amor pela música!


Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida, é ir em shows! De verdade! Eu acho que tem uma atmosfera que não é conseguida em nenhum outro lugar ou evento.

Além disso, todo o pré-show é delicioso pra mim. Desde o momento em que vejo o anúncio da apresentação de algum músico ou banda que gosto muito, passando pela programação para ir à bilheteria comprar os ingressos, até a fila para entrar, a visualização do palco e o primeiro acorde que enche casas de show, estádios, ou qualquer outro lugar!

Tudo bem que, até o momento em que os meus pés encostam no chão de onde tudo vai acontecer, fico com borboletas revoltadas no meu estômago e não sossego enquanto tudo não dá certo, mas, acho que aí é mais um dos aspectos lindos disso tudo!


Em Belo Horizonte não chegam tantos shows que eu gostaria, mas acho que, da grande maioria dos que me empolgaram no momento do anúncio, eu consegui participar. Na última quarta-feira não foi diferente.

Eu e meu Bizarrinho fomos à apresentação do Black Label Society, aliás, o nome certo mesmo é show (com o perdão da repetição da palavra, mas é o nome que deve ser dado para o que aconteceu!)

Devo ressaltar que me incomodei demais com o atraso de quase duas horas que rolou, especialmente por se tratar de um dia de semana e pela reação do público. Ah, o público! Talvez uma das poucas variáveis que não me agradam tanto em eventos desse tipo… As pessoas parecem não saber lidar com aglomerações e ainda acham tudo bom, até o desrespeito com quem pagou ingresso e se deslocou para acompanhar o evento.

Mas enfim, como eu iniciei o texto falando sobre a força que a música e o clima de um palco todo pronto para entreter e emocionar as pessoas, o saldo da noite foi positivo!

É impressionante como uma guitarra pode se comunicar com a gente da forma como Zakk Wylde consegue fazer. A banda toda é fantasticamente impecável e, por isso, ressalto a capacidade deles de, traduzir em notas e acordes, a palavra “espetáculo”!

Voltando aos aspectos que me fazem adorar shows, o amor pelo que estão fazendo ao se apresentar é um fortíssimo!

E, se esses caras não amam a música que fazem e o fato de estarem em cima de um palco mostrando isso pros outros, eu não sei quem ama. As demonstrações de felicidade, satisfação e a interação com o público foram constantes e completaram uma apresentação empolgante.

Levem em consideração que um homem barbudo, cabeludo, usando colete, correntes, roupa preta e todo o aparato que condiz com o tipo de música que ele toca, senta em um piano e consegue deixar meus olhos cheio d’água ao interpretar a lindíssima In This River.

Isso por dois motivos simples que compartilho com ele: música de qualidade e o sentimento universal da amizade e amor que transcendem até a morte.

São momentos assim que, para mim, fazem tudo valer a pena!

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A bela e sombria arte de The Backwater Gospel

Sou um grande fã da banda Echo & The Bunnymen e estava procurando pelo clipe de Killing Moon no Youtube.

Nos vídeos relacionados acabei encontrando essa animação (que eu achei que na verdade era o clipe de alguma banda desconhecida) que me conquistou logo de cara pelo traço “sujo” e o tema obscuro.

Com uma trama muito bem desenvolvida, temos como cenário um pequeno vilarejo que lembra muito as pequenas cidades dos Estados Unidos que fazem divisa com o México, uma igreja, um músico e um pastor/padre que aterroriza as pessoas falando sobre pecados e o julgamento final.

O músico, que aparentemente não concorda muito com aquilo, é o único que não entra na igreja.  O desfecho (sensacional) eu deixo para quem estiver lendo conferir na própria animação.

Vale ressaltar a trilha sonora e o belo e sinistro visual do curta que deixam a coisa toda ainda mais atrativa (ao menos para mim).

Confiram essa belezinha:

Dica de música – Kip Winger

Na véspera de vermos Kip Winger ao vivo aqui em BH, fica até difícil dar alguma outra dica de música!


O vocalista da banda Winger é uma das atrações do evento ‘’Rock Never Stops Party’’, que vai acontecer no Studio Bar. A apresentação vai ser acústica, uma vez que o cantor virá sozinho para a capital mineira.

De acordo com a produtora do show, ele vai reviver tempos do álbum acústicoDown Incognito”(1998) e o repertório dos shows contará com os grandes clássicos do Winger, como Miles AwayRainbow In The Rose, Down Incognito, Headed For A Heartbreak, Blind Revolution Mad, e músicas de sua carreira solo, dos álbuns This Conversation Seems Like a Dream (1997), Songs From The Ocean Floor (2000), From The Moon To The Sun (2008).

Não sei como está a venda de ingressos para informar aos interessados em ir ao show, mas está meio em cima da hora também, o jeito é tentar comprar no próprio local da apresentação, se for o caso.

Então, fiquem com Kip Winger em uma versão desplugada de Miles Away!

Dica de música

Depois de seis séculos e um post lindo da Ana, volto a postar aqui para dar mais uma dica de música. Hoje falo do projeto Rome, do renomado Danger Mouse e sua parceira Daniele Luppi. Esse disco faz uma homenagem aos filmes do velho oeste e suas trilhas tão características e conta com a presença dos excelentes Jack White e Norah Jones em algumas faixas mas todas são legais e divertem.

Não vou falar muito mais sobre isso porque o Omelete fez um post muito massa sobre isso (clique aqui).

Vale a pena ouvir e se divertir com essa música de qualidade que eu nem sei classificar o estilo, mas sei que é bom demais! Deixo vocês com duas faixas do album. Have fun people =)

Quem tiver interesse em conversar com o Bizzaro ou a Pitoresca, pode falar com a gente pelo Twitter, @anacarol_dias e @LuizSchenk ou comentar aqui no blog!


Do you want heavy?

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Com show confirmado para o Rock in Rio, o Metallica aumenta as chances dos proprietários deste blog de verem essa excelente banda ao vivo!

Depois de termos a oportunidade de assistir a um show dos caras no cinema, a vontade de estar presente em uma das apresentações do Metallica só aumentou. E é exatamente sobre isso que o estudante de jornalismo Fábio Rocha escreve para o Bizarro e Pitoresca.

A matéria sobre o Big Four foi elaborada por Fábio para a disciplina de jornalismo online e, gentilmente, ele resolveu ser nosso colaborador. Seguem então as informações e uma linha do tempo sobre a carreira desses monstros do thrash metal!

Quatro bandas nascidas na década de 1980 se reuniram para um único festival de puro heavy metal. É o The Big Four, com a presença de Metallica, Slayer, Megadeath e Anthrax.

De todas, apenas o Metallica se perdeu no tempo. Para a maioria dos fãs, a banda que possui 29 anos de carreira e é liderada pelo baterista Lars Ulrich, parou com o repertório de boas músicas em 1991, no álbum Metallica, também chamado de Black Album.

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Desde o lançamento dos discos Load e ReLoad, o Metallica não se encontrou mais. Brigas internas e a revolta com o compartilhamento de músicas pelas internet tiraram o foco da banda, que estava mais preocupada em vender discos e ganhar prêmios do que fazer trabalhos de qualidade, mas que vendesse pouco e obtivesse menos reconhecimento.

É claro que, até hoje, os caras continuam vendendo razoavelmente bem, até porque fã que é fã tem a necessidade de completar a coleção. Por isso mesmo, não justifica o Metallica ter mudado o estilo musical para angariar mais admiradores.

Agressividade nos shows

Se produzir um álbum que agrade a maior parte dos fãs está difícil – mesmo porque o vocalista James Hetfield já declarou que a banda não faz discos pensando no que os fãs vão achar do trabalho – restou ao Metallica colocar toda a agressividade nos shows, tocando canções antigas.

O último DVD lançado com uma apresentação do grupo – Orgulho, Paixão e Glória – reflete bastante o que eles querem: voltar ao que eram antes da década de 1990. Tanto que a maioria das músicas tocadas é do álbum Ride the Lightining, de 1984.

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The Big Four: a redenção

E, agora, com o festival The Big Four, foi a chance da redenção do Metallica no cenário heavy metal. Tocando ao lado de outras três bandas igualmente consagradas – junto à crítica e aos fãs, e não comercialmente – Ulrich, Hetfield, Hammett e Trujillo mostraram o quanto o Metallica ainda está vivo para o rock pesado. Este quadro mostra-se pelo menos nos shows, enquanto um bom álbum ainda é aguardado.

Confira abaixo a linha do tempo que mostra a história do Metallica com seus altos e baixos:

Bon Jovi

Acontece hoje o show do Bon Jovi em São Paulo. É uma data muito aguardada por alguns amigos nossos e por nós dois também.

Infelizmente, condições de tempo e dinheiro não permitiram que pudéssemos ir até a capital paulista e ver um dos nossos ídolos do Hard Rock. Mas, temos certeza de que será um grande espetáculo e que a banda fará uma apresentação maravilhosa.

Desejamos que os amigos tenham chegado com tranquilidade e possam aproveitar ao máximo essa experiência intensa! Esperamos mais ainda que ele possa voltar ao Brasil outras vezes e que aí, tenhamos como presenciar algum show!

Para os que ficaram em Belo Horizonte ou em qualquer outro lugar do Brasil e não poderão comparecer, ficam duas dicas de vídeos de um dos ítalo-americanos mais charmosos de todos os tempos!

Os vídeos são parte de um show em Kaufman Astoria, New York no ano de 1992.

Dica de música – Romântica

A dica musical de hoje fica por conta da parceria de Lionel Ritchie e Diana Ross com a música Endless Love.

Coincidentemente escutei essa música na última sexta feira, enquanto estava no carro e voltava da casa do Luiz. Quando cheguei, enviei o vídeo para ele pela internet e ele disse que gostava muito da dupla e da canção.

No sábado, dia 04 de setembro, foi aniversário dele e casamento da minha prima. Qual não foi a nossa surpresa, quando os músicos da cerimônia tocaram essa mesma música durante a assinatura dos papéis na igreja.

Aproveitem essa canção tão emocionante, bonita e competentemente executada por duas vozes tão fantásticas!

Dica de música – Hard Rock

E ai leitores, como estao? Estou escrevendo este  pequeno post apenas para compartilhar com vocês um clipe de uma banda que nao é a minha favorita no hard rock mas que eu tenho que admitir, fez uma uma música ultra divertida e que está sempre no meu player.

As dancinhas, o visual, a sonoridade e o clima oitentista, fazem de Unskinny Bop, da banda Poison, um marco representativo do que é o Hard Rock e o que foi os anos 80.

Vamos ao que interessa, Poison com Unskinny Bop:

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